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Disrupção torna empresas mais ágeis e relevantes, diz KPMG

Disrupção torna empresas mais ágeis e relevantes, diz KPMG

Os CEOs brasileiros estão mais alinhados aos países de economia consolidada quando comparados aos vizinhos de continente quando o assunto é causar disrupção. Em âmbito global, 71% dos executivos desse nível hierárquico acreditam que o crescimento das suas empresas está apoiado na habilidade de desafiar e romper com normas do mercado, índice que é de 68% no caso dos brasileiros e de 62% para os sul-americanos.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa CEO Outlook, da KPMG, conduzida a partir de entrevistas com 50 CEOs que lideram empresas de diferentes setores com sede no Brasil. Na América do Sul, 235 CEOs de oito países foram entrevistados (exceto Brasil) e, em termos globais, 2.535 executivos de 63 países participaram.

O conteúdo também revelou que os líderes empresariais brasileiros estão atentos às novas estratégias, com a maioria (76%) dos entrevistados afirmando que suas empresas causam disrupção nos mercados em que atuam, sem esperar que isso seja feito pela concorrência. Quase a totalidade dos líderes brasileiros (95%) apostam na disrupção tecnológica como oportunidade de negócios, e não como uma ameaça.

“Os CEOs entenderam que é necessário acompanhar o ritmo, singrar os mares da disrupção com o jogo de cintura necessário para não apenas sobreviverem às mais devastadoras ondas, mas, principalmente, antecipá-las e mudar o curso antes de serem atingidos”, afirma Charles Krieck, presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Outra conclusão é que, para 74% dos CEOs brasileiros, seus funcionários devem se sentir livres para propor inovações, sem preocupações com eventuais consequências negativas. De acordo com a pesquisa, os CEOs também estão atentos à necessidade de implementar mudanças com rapidez, com 60% acreditando que essa é a nova moeda de troca nos negócios. Além disso, no Brasil, 80% das empresas contam com estruturas para revisar seus modelos de negócio e garantir competitividade.

Essas conclusões também ficaram evidentes nas entrevistas realizadas com os executivos globais, que indicaram que CEOs bem-sucedidos são necessariamente ágeis. Para dois terços deles (67%), a agilidade é a nova moeda corrente nos negócios e, se eles forem lentos, se tornarão irrelevantes.

De acordo com a pesquisa, os CEOs continuam a enxergar oportunidades de crescimento, mas elas se contrapõem a ambientes ainda complexos e voláteis. Para terem sucesso, atingirem o crescimento financeiro e serem relevantes, as organizações precisam desafiar práticas aceitas e atitudes ultrapassadas, sendo rápidas para promoverem também a disrupção nos seus próprios modelos de negócios.

Uma estratégia sólida de segurança digital também foi apontada como fundamental na construção de uma relação de confiança com os públicos de interesse, com 50% dos CEOs no Brasil pensando assim. Além disso, mais da metade deles (68%) acreditam estar bem preparados para um futuro ataque cibernético. Outro dado relevante é que 62% dos brasileiros aplicarão mais capital na compra de novas tecnologias.

“Todos, independentemente de sua localização geográfica ou do contexto socioeconômico, estão antenados com as demandas corporativas da atualidade. Para enfrentarem as adversidades, os riscos e as mudanças tecnológicas, os CEOs entendem que é necessário valorizar o capital humano, investir em educação continuada, promover a disrupção e manterem-se em sintonia com as necessidades dos consumidores”, completa Charles Krieck.

Em termos de riscos, no Brasil, as ameaças relacionadas à segurança cibernética são as mais preocupantes, com 22% dos entrevistados indicando ser esta a maior preocupação. Os CEOs também estão na linha de frente na adesão à tecnologia de nuvem, com 76% dos entrevistados brasileiros declarando que lideram a estratégia digital das suas companhias.

Clique aqui para maiores detalhes sobre o estudo.

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