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Diferenças entre PGBL e VGBL Veja como Declarar no IRPF

Diferenças entre PGBL e VGBL Veja como Declarar no IRPF

Se você já pensa em sua aposentadoria, certamente, deve saber a diferença entre PGBL e VGBL, mas, se você é novo nesse mundo de previdências privadas, também deve saber que ambos os tipos de aposentadorias devem ser declaradas no IRPF.

Justamente por suas diferenças o jeito de declarar no imposto de renda também muda, por isso, o contribuinte deve saber até mesmo qual é o melhor tipo de declaração é melhor para ele neste caso. Quer saber mais? É só ler este artigo até o final e conferir o que diz a Receita. Boa leitura!

diferença entre PGBL e VGBL

Diferenças entre PGBL e VGBL

PGBL

Se você é um contribuinte que faz declaração completa, o Plano Gerador de Benefícios Livres ( PGBL) é o melhor para você, isso porque, é possível deduzir até o limite máximo de 12% da base de cálculo do imposto.

O PGBL é classificado como um plano de previdência complementar, indicado para contribuintes que tem objetivos a longo prazo.

VGBL

Ao contrário do PGBL o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) é totalmente indicado para os contribuintes que fazem a declaração simplificada ou quem é isento do IRPF. Outra grande diferença é que, não é possível abater da base de cálculo do imposto de renda as aplicações feitas ao longo do ano.

Mas nem tudo é tão ruim, pois, quando o contribuinte for sacar o dinheiro irá pagar imposto somente sobre o valor dos rendimentos e não o valor total acumulado.

Declaração de PGBL e VGBL no imposto de renda

As declarações previdenciárias no IRPF são feitas de formas distintas, por isso, o contribuinte precisa de muita atenção para não cometer errinhos bobos que levam a malha fina. Acompanhe como fazer ambas as declarações.

PGBL

As contribuições em PGBL previdência complementar devem ser informadas de acordo com a natureza do tipo de previdência complementar:

  • código 36 – Previdência Complementar,
  • código 37 – Contribuições para as entidades de previdência complementar fechadas de natureza pública.

O contribuinte pode ficar tranquilo, afinal, o próprio programa da Receita calcula o limite de 12% permitido para dedução desses valores sobre o imposto.

Qualquer tipo de valor resgatado ou recebido pelo contribuinte através do PGBL devem ser informados integralmente na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas” para tributação progressiva ou na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva” para tributações regressivas.

As contribuições devem ser declaradas na ficha “Bens e Direitos” sob o código 97, referente a VGBL. O valor do rendimento obtido ao longo do ano não deve ser declarado. Coloque apenas o valor da contribuição feita no período

Riscos de não declarar imposto de renda

Meio que todo mundo sabe que declaração de IRPF é coisa séria. Afinal, todos tem medo da vilã malha fina e os perigos que ela pode trazer ao bolso do contribuinte.

No entanto, tem gente que gosta de brincar com a sorte e ver o que realmente acontece quando não se declara imposto de renda. Falando bem sério, as consequências não são nada legais, primeiro que o CPF do contribuinte fica bloqueado em todo o país, então a dificuldade de fazer empréstimos, financiamentos entre outros é bem maior.

Já em um cenário um pouco pior pode haver pagamento de multa pelo atraso de entrega com juros de 150% de taxa Selic. Ou nada mais nada menos que uma possível prisão de 2 a 5 anos por sonegação de impostos, é não é brincadeira.

Dicas para declarar imposto de renda

Falar para o contribuinte se preparar é muito fácil, não é mesmo? Mas para isso, é preciso saber por onde começar para não dar erro. Veja algumas dicas:

  • separe todas as documentações necessárias;
  • verifique quais são os rendimentos isentos e os dedutíveis;
  • cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física;
  • identifique o melhor tipo de declaração de IRPF para o seu caso;
  • baixe o Programa da Receita;
  • declare dentro do prazo (só para reforçar mesmo).

Rever a declaração de IRPF algumas vezes antes da entrega, para conferir se nenhum erro passou despercebido é uma das dicas, isso é o básico para qualquer contribuinte, além de te deixar mais leve minimiza as chances de malha fina.

Outra alternativa é usar uma plataforma de análise do imposto de renda, que aponta todos os erros da sua declaração através de um sistema ultra moderno e técnico e não deixa passar as falhas que os olhos humanos podem deixar. Descubra mais sobre a Plataforma IR sem Erro e todos os seus serviços.

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