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Tesouro direto no imposto de renda: Dicas para declarar

Tesouro direto no imposto de renda: Dicas para declarar

Os investimentos têm se tornado cada vez mais comuns atualmente, o aumento dos investidores no país estão aí para comprovar. Existe um tipo de investimento para cada tipo de pessoa, mas, nenhum deles escapam do leão, exemplo é o tesouro direito no imposto de renda, que deve ser declarado. Neste artigo, vamos falar de como funciona o tesouro direto e qual pode ser o melhor tipo de título para o seu estilo de vida, para investir sem erro. E também como deve ser feita a declaração do tesouro direto dependendo do seu tipo de situação. Boa leitura! tesouro direto no imposto de renda

Quais os tipos de títulos de tesouro direto?

Para quem está interessado em investir no tesouro direto, é bom entender que existem diferentes tipos de títulos para as pessoas físicas:

    • prefixados;
    • pós-fixados indexados ao IPCA e,
    • pós-fixados indexados à taxa Selic.

Tesouro pré-fixado

Ao comprar esse título, o investidor já sabe logo de cara qual será a taxa pré-definida. Com isso, é possível saber qual taxa de juros será paga pelo Tesouro Nacional ao término da aplicação.

Tesouro pós-fixados indexados ao IPCA

O tesouro pós-fixado indexados está diretamente ligado a rentabilidade vinculada à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), esse índice é utilizado para medir os níveis de inflação oficiais do país, servindo também como base de cálculo do salário mínimo nacional. Desta forma, o investidor deste título não sabe ao certo qual será a remuneração que irá receber final do período de validade do título, visto que, o IPCA pode apresentar números variáveis ao longo do ano. É bom lembrar que a remuneração também é acrescida dos juros.

Tesouro pós-fixados indexados à taxa Selic

Os tesouro indexado à taxa Selic, que é a básica de juros do país, tem rendimento diário, e da mesma forma que no caso do tesouro IPCA, o investidor não sabe exatamente qual será a sua real rentabilidade. Isso porque, o valor correto depende diretamente da variação da taxa Selic. O lado bom deste título é que possível resgatar o dinheiro investido a qualquer momento, sem que haja grandes perdas por parte do investidor.

Como escolher o melhor título?

Bom, vamos começar com uma frase óbvia, mas que surte efeito, o tipo de título correto vai depender do perfil do investidor, como também das suas projeções de resultados que quer obter. No entanto, de forma mais analítica, para os investidores que querem retorno a curto prazo, os melhores títulos são os pós-fixados atrelados ao IPCA com vencimentos mais longos ou prefixados mais longos, pois mesmo, com possíveis variações são altas as chances de receber uma boa grana. Já para os investidores mais tradicionais, que gostam de ter mais segurança, a aplicação no tesouro indexados à taxa Selic é a mais recomendada. Aos que querem guardar capital e pode esperar até o vencimento, boas opções podem ser encontradas no Tesouro Prefixado. Um lembrete para você investidor, na quarta-feira(18/03) a taxa Selic foi reduzida para 3,75% ao ano e isto pode trazer um impacto negativo nos investimentos de renda fixa que são indexados por ela.

Qual a tributação de IRPF sob o tesouro direto?

A tributação de IRPF incide, apenas sobre o total de rendimento das aplicações no Tesouro Direto. As alíquotas de imposto de renda são regressivas e podem variar de acordo com o tempo de duração do investimento. Veja abaixo a tabela de tributação.

PrazoIR (%)
Até 180 dias22,5%
De 181 até 360 dias20,0%
De 361 até 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15,0%

Tesouro direto no imposto de renda, como declarar?

Depois de aulão do tesouro direto, vamos a parte da declaração de IRPF, afinal, é todo investidor deve declarar quais foram os rendimentos ao longo do ano. Se você iniciou o investimento nesse ano, ou apenas manteve os títulos dos anos anteriores, precisa declarar na sessão de “Bens e Direitos”. Basicamente, nessa sessão, a obrigatoriedade é de sempre atualizar os seus bens. Para isso, deve-se declarar os seguintes dados:

    • código 45: Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros);
    • no campo de descriminação: Aplicações em títulos do Tesouro Direito;
    • informar o CNPJ da corretora por onde foi feito o investimento;
    • e o saldo em 31/12/2018 e 31/12/2019.

Entretanto, se houve vencimento do título, venda ou resgate, você precisa declarar os rendimentos obtidos na sessão de “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”. Logo, todos os rendimentos líquidos devem ser declarados nessa sessão. A declaração fica da seguinte forma:

    • código 6: Rendimentos de aplicações financeiras;
    • tipo de beneficiário: titular;
    • fonte pagadora é a corretora por onde foi feito o investimento;
    • o valor a ser informado como rendimento líquido, deve ser informado pela corretora através de um informe de rendimentos.

Prepare-se para a declaração do imposto de renda, independente se você está no primeiro ou segundo grupo, recolha os documentos, principalmente o informe de rendimentos, que será fundamental para a entrega de informações de tesouro direto no imposto de renda. Já pensou em entregar sua declaração com a certeza que não tem erros e você pode até garantir a restituição? Então conheça a ferramenta IR sem Erro para análise da declaração do imposto de renda, que verifica falhas e proporciona maior segurança.

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