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Economia Doméstica:veja dicas para reduzir gastos!

Economia Doméstica:veja dicas para reduzir gastos!

Saber como aplicar as boas práticas de economia doméstica faz com que o seu orçamento familiar renda mais, ao final do mês, e agregue boa dose de segurança ao pagar as contas e planejar-se para o futuro.

Sabemos, entretanto, que isso é um grande desafio. Afinal de contas, em um país onde mais de 60 milhões pessoas estejam endividadas, o ato de poupança parece até impossível.

Acontece que, com um bom planejamento e mais organização financeira, fica fácil identificar quais são os problemas que impactam negativamente o seu patrimônio ao longo do mês.

Quer ver só? Continue com esta leitura e aprenda conosco algumas das dicas mais relevantes de economia doméstica, conforme as 12 dicas que vamos apresentar a seguir:

  1. Comece a se organizar agora mesmo;
  2. Faça uso de planilhas;
  3. Corte gastos;
  4. Priorize as suas dívidas;
  5. Considere a elaboração de uma reserva financeira;
  6. Pesquise antes de comprar;
  7. Faça listas de compras;
  8. Cozinhe mais;
  9. Cuidado com o consumo de energia elétrica e de água;
  10. Gere renda extra;
  11. Evite usar o cartão de crédito e o cheque especial;
  12. Planeje-se para o futuro.

Boa leitura!

O que é economia doméstica?

O conceito é bastante usado, socialmente ao redor do mundo, e está na hora de inseri-lo na sua rotina. A economia doméstica nada mais é do que um conjunto de técnicas para a conscientização do equilíbrio entre gastos e a sua renda. 

E mais: com objetivos financeiros, você passa a garantir uma poupança gradual para alcançá-los, independentemente dos desafios que interpelem o seu caminho.

Dessa maneira, você e toda a sua família entendem melhor qual é a média de gastos que tem, ao longo do mês, e também quais são os bons hábitos que podem garantir o cumprimento de todos os compromissos financeiros — bem como os de poupança a fim de alcançar a meta estipulada.

Além disso, a economia doméstica oferece um bom plano alternativo em casos emergenciais, como uma reserva para emergências e também para liquidar as dívidas.

Por falar nos débitos pendentes em sua vida, temos um post inteiramente dedicado para você aprender como sair do vermelho! Dê uma lida assim que finalizar esta leitura!

Como desenvolver a economia doméstica em 12 passos?

Agora que você já sabe o quanto a economia doméstica pode mudar os hábitos prejudiciais (e envoltos em prejuízos) em sua rotina, vamos descobrir como aplicar o conceito na prática?

A seguir, reunimos algumas boas práticas para você fazer a mudança o quanto antes e, assim, descobrir como economizar dinheiro naturalmente!

1. Comece a se organizar agora mesmo

Convenhamos: você precisa arrumar tempo para planejar-se financeiramente. Especialmente, se você já tem alguns boletos ou dívidas pendentes em seu nome.

Portanto, comece agora a trabalhar a economia doméstica. Evite protelar para o dia seguinte essa atividade, e coloque a mão na massa. Para isso, aí vão algumas dicas:

  • identifique qual é a média de renda mensal na sua família;
  • aponte todos os custos fixos (aluguel, contas etc.) e variáveis (jantares, férias, lazer etc.) dos últimos 3 ou 6 meses;
  • alinhe-os em uma planilha para entender, exatamente, o quanto você gasta e o quanto é necessário, do seu orçamento, para cobrir os custos essenciais.

Importante, também, lidar com os seus objetivos e metas, aqui. Afinal, se você planeja comprar um automóvel ou imóvel (entre outras possibilidades de investimento), futuramente, é importante saber o quanto você precisa arrecadar, e a média por mês.

Só assim, você vai ter uma meta, lá na frente, o que ajuda a aplicar a economia doméstica imediatamente.

2. Faça uso de planilhas

Com base no que falamos, acima, aí vai uma grande dica: opte pelo uso de planilhas ou de aplicativos de controle financeiro para saber, exatamente, quais são as suas entradas e saídas ao longo do mês.

Essa prática é relevante não só para que você tenha uma fácil e precisa visualização dos seus custos, mas para criar o hábito de monitorar para onde vai a sua renda. Rapidamente, você pode diagnosticar que alguns valores desnecessários estão sendo computados na planilha, o que contribui para que você controle esses impulsos na próxima oportunidade.

3. Corte gastos

Aqui, não tem muito segredo: a economia doméstica envolve a ciência de quais custos podem ser cortados do orçamento familiar.

Destacamos, em um dos tópicos anteriores, a presença dos custos variáveis em sua planilha. Eles tendem a se traduzir naquelas compras que, eventualmente, têm menor importância. E assim, ao obter um objetivo financeiro, é mais fácil saber como reter esses impulsos a fim de economizar mais no fim do mês.

Vale observar os custos fixos também. Um exemplo simples: seu plano de celular e de TV por assinatura e internet já suprem bem as suas necessidades? Então, que tal procurar por um plano mais acessível e que ainda atenda à sua demanda?

4. Priorize as suas dívidas

Se você já é inadimplente, transforme a quitação das dívidas em prioridade para as suas metas financeiras. Afinal de contas, os juros e taxas são os grandes vilões da economia doméstica, uma vez que eles se acumulam continuamente enquanto você não arca com tal despesa.

Por isso, aí vai uma dica: opte por pagar, primeiro, as dívidas maiores e com os juros e taxas mais elevados também. Afinal de contas, em um mês, a dívida se torna ainda maior do que uma pendência de valor menor. Aproveite para renegociar prazos e condições de pagamento para que você assuma o compromisso de livrar-se, de uma vez, dos débitos acumulados.

5. Considere a elaboração de uma reserva financeira

Como destacamos anteriormente, imprevistos podem acontecer e, nessas horas, é fundamental contar com uma boa reserva financeira de emergência.

Por meio dela, você não afeta o orçamento e ainda consegue lidar com essas situações incontroláveis de uma maneira mais segura.

Para tanto, tente destinar um pouco (o mínimo que seja) de sua renda para essa reserva. Com o tempo, você vai criar o hábito de dedicá-la aos custos fixos, e mantê-la em uma aplicação pode, inclusive, render uma boa renda extra em curto, médio e longo prazo.

Caso você queira saber mais a respeito disso, aproveite para dar uma conferida, após esta leitura, em nosso artigo que aponta os melhores investimentos em curto prazo do mercado financeiro!

6. Pesquise antes de comprar

Mais uma dica prática e imediata: antes de comprar, pesquise. Pode ser on-line, em outras lojas de rua ou do shopping… O importante é que você evite a compra por impulso e encontre uma condição comercial mais vantajosa — além de servir para você decidir-se se essa aquisição vale, de fato, a pena ou é só um impulso consumista que vai na contramão dos seus objetivos.

Inclusive, outra dica aqui é a seguinte: pechinche! Até mesmo em compras on-line — afinal, não custa nada solicitar ao suporte da empresa um eventual cupom promocional para a sua próxima compra. O máximo que pode acontecer é uma recusa da parte deles.

7. Faça listas de compras

Vai ao supermercado, açougue ou mesmo ao shopping? Leve com você, então, uma lista de compras com os itens que você realmente necessita.

Isso evita que você visite corredores e lojas que não faziam parte do itinerário — o que melhora as chances de sair dos locais sem nenhuma compra que só vai afetar negativamente a sua economia doméstica. Algumas dicas para isso:

  • planeje as refeições, em casa, com antecedência. Isso ajuda na composição da lista de compras;
  • opte por marcas mais acessíveis. Experimente! Só assim, você vai saber se elas são boas também, e não apenas econômicas;
  • evite fazer compras com fome. Quando famintos, temos a tendência de comprar além do necessário.

Outra dica boa: se você fizer as compras sem companhias, você cumpre a tarefa com mais objetividade e sem desviar do caminho proposto em sua lista de compras.

8. Cozinhe mais

Comer fora é bom, conveniente e muito gostoso, na maioria das vezes. Entretanto, isso aumenta demais os custos que você e sua família acumulam.

Opte por cozinhar mais. Além de melhorar a economia doméstica, pode se tornar uma atividade prazerosa em família e suculenta. Modifique o cardápio, cozinhem juntos e experimente novas receitas!

9. Cuidado com o consumo de energia elétrica e de água

A redução no consumo de energia elétrica, em um mês, pode parecer pouca coisa. Mas, se você multiplicar isso ao longo do ano inteiro, já vai perceber o quanto você poderia direcionar aos seus objetivos financeiros em longo prazo. Para isso, experimente:

  • apagar as luzes sempre que sair de um cômodo;
  • valorize a iluminação natural, e só ligue os interruptores se houver necessidade;
  • reduza o tempo debaixo da ducha — especialmente, com chuveiros elétricos;
  • troque as lâmpadas por modelos econômicos, como as opções de LED que agregam uma excelente economia doméstica à sua residência e ao orçamento familiar.

Além disso, caso você necessite de novos eletrodomésticos, sempre procure pelos modelos mais econômicos que vêm com a classificação descrita em suas superfícies.

E o mesmo vale para o consumo de água. Acompanhe a conta, mês após mês, e sempre certifique-se de que sua família permanece na média para evitar gastos elevados e desnecessários.

10. Gere renda extra

Hoje em dia, é possível gerar renda extra sem abrir mão de suas atividades profissionais primárias. Basta saber quais são as suas aptidões para colocá-las em prática e, com isso, obter um pouco mais de recebimento ao orçamento familiar.

Algo que pode ajudar profundamente na quitação de dívidas e também na realização dos seus objetivos mais ambiciosos.

11. Evite usar o cartão de crédito e o cheque especial

Embora sejam convenientes, o cartão de crédito e o cheque especial são opções que, sem planejamento, podem se transformar em grandes dores de cabeça.

O primeiro, por conta do limite que cria a falsa sensação de dinheiro na conta corrente. Quando a fatura chega, no mês seguinte, fica difícil lidar com as contas do mês e ainda lidar com as aquisições do mês anterior.

O mesmo vale para o cheque especial. Com a diferença que a sua taxa de juros é elevadíssima, e pode causar um buraco enorme na sua economia doméstica. 

Por outro lado, opte pelas compras a vista. Isso evita juros e você se planeja para fazer as devidas compras de maneira estratégica e sem a possibilidade de imprevistos acontecerem nos meses seguintes.

12. Planeje-se para o futuro 

Nossa última dica é: pense no futuro. Pode ser uma aposentadoria tranquila, a compra de imóveis, como já havíamos destacado, ou apenas para a realização das férias dos sonhos em um ou dois anos.

Não importa qual seja o objetivo, desde que você tenha um ou mais. Planeje-se não apenas para o momento, e não só para a sua reserva de emergência, mas para compor hábitos saudáveis e que vão se traduzir em um futuro mais tranquilo e bem longe das cobranças em decorrência de inadimplências.

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Fonte:Xerpa

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