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Tipos de finanças quais são e como diferenciá-las

Tipos de finanças quais são e como diferenciá-las

A educação financeira é fundamental para conter gastos desnecessários, evitar prejuízos e dívidas — bem como a solicitação de empréstimos custosos — e render o seu patrimônio. E isso vale tanto no aspecto pessoal quanto corporativo. Até por isso, existem diversos tipos de finanças.

Embora o conceito de finança se aplique para todos eles de maneira similar, a relação das pessoas com a renda, e o comparativo com as despesas periódicas, fazem com que tenhamos que lidar de maneira estratégica e individualizada.

Para entender mais um pouco sobre isso, nós preparamos este post para definir todos os tipos de finanças, conforme abaixo:

  • pessoais;
  • comportamentais;
  • experimentais;
  • públicas;
  • empresariais (ou corporativas).

Além disso, vamos explorar as diferenças entre eles e, ainda, oferecer algumas dicas para você aprender tudo sobre planejamento financeiro! 

Boa leitura!

O que são finanças?

Historicamente, o conceito de finanças (do termo em francês finance) foi atrelado aos bens e posses do Estado. Mas, ao longo dos anos, consolidou-se mais como uma proposta de definição do dinheiro que circula ao redor do mundo. Ou seja: não precisa provir, necessariamente, do Estado e pode ser observado também a partir da movimentação monetária entre empresas e pessoas físicas.

Mas, como adiantamos na introdução deste post, essa ideia segmentada levantou questões que embarcam na individualidade de cada questão. Por exemplo: as suas ações de economia doméstica não são as mesmas necessárias para que o CEO de uma empresa mantenha-a com a saúde financeira em dia.

Surgiram, então, os tipos de finanças que falaremos logo adiante!

Quais são os tipos de finanças?

Se finanças, por um lado, é um termo de ampla abrangência, podemos ramificar o conceito com base nas suas especificidades. Veja só!

Finanças pessoais

Todo tipo de posse, renda e compromissos financeiros de uma pessoa física se traduzem por finanças pessoais. E não apenas isso, mas a sua organização financeira ao longo do tempo para lidar com a relação entre despesas e o orçamento de maneira mais qualificativa.

Para tanto, é importante lidar com as finanças de maneira planejada. Sem disciplina, perdemos a batalha mensal contra as contas (fixas e variáveis), o que implica o aumento de dívidas e também do nível de estresse financeiro que você lida.

Dicas de finanças pessoais

Veja algumas dicas para você planejar suas finanças pessoais e ter uma rotina muito mais segura e protegida contra imprevistos:

  • faça um mapeamento das suas rendas e despesas;
  • calcule meios para equilibrar as contas, de maneira que você tenha alguma renda, ainda, no final do mês;
  • tenha um planejamento financeiro, que consiste nas dicas acima citadas e também na composição de metas e objetivos financeiros. Ou seja: conquistas em curto, médio e longo prazo que ajudam você a poupar cada vez mais e melhorar a situação econômica de sua família;
  • corte os custos supérfluos e desnecessários. Avalie para onde a sua renda mensal está sendo direcionada e comece a disciplinar-se a respeito dessas despesas que só impactam negativamente o orçamento;
  • crie uma reserva de emergência. Por meio dela, você se protege contra um imprevisto (como despesas médicas de urgência) e não afeta as despesas do dia a dia;
  • caso tenha dívidas, procure os credores e renegocie-a. Calcule um meio de pagamento que alivie o peso dos juros e multas acumulados e que permita a você chegar ao final do mês sem novas inadimplências;
  • ainda nesse sentido, evite o uso de cartões de crédito e do cheque especial. O primeiro pode criar uma falsa sensação de renda extra, enquanto o segundo conta com uma das taxas de juros mais elevadas do mundo;
  • se possível, dedique um pouco (o mínimo que seja) dos seus rendimentos a algum tipo de investimento. Por meio desse hábito, você constrói um patrimônio que vai rentabilizar continuamente.

Pode parecer muita coisa, a princípio, mas perceba que são situações já inseridas na sua rotina. O desafio, aqui, está na mudança de hábitos a fim de transformar a sua relação com o dinheiro muito mais proveitosa e menos conflitante.

Finanças comportamentais

Entre os tipos de finanças, a comportamental é aquela que define as orientações e visões estratégicas de investidores e agentes econômicos no geral. Por exemplo: as decisões tomadas que ajudam a alavancar determinados tipos de investimentos em detrimento de outros.

Além disso, explora melhor todo o mercado financeiro. E isso ajuda a avaliar os problemas e soluções do setor. Uma crise financeira pode ser rapidamente diagnosticada (quem sabe, prevenida) e resolvida quando existem pessoas avaliando os números de maneira constante.

Por falar no setor que movimenta grande parte da economia global, temos um post completíssimo que fala tudo o que você sempre quis saber sobre o mercado financeiro! Aproveite para deixar essa leitura prontinha assim que finalizar este artigo!

Finanças experimentais

O segmento das finanças experimentais avalia, de maneira teórica, as condições do mercado e de todo o cenário que influencia, direta e indiretamente, as finanças. O setor acadêmico é um dos que mais se debruça sobre as questões desse tipo de finança.

Por meio desse tipo de trabalho, pesquisadores simulam situações e estabelecem projeções para conferir os resultados dessas ações. Como consequência, fica mais fácil prever os impactos de todo tipo de situação econômica (micro e macro).

Finanças públicas

Esse é um dos tipos de finanças que mais interessam à população, uma vez que se traduz na gestão financeira do Estado. É por meio desse trabalho que os orçamentos são estabelecidos, o dinheiro é distribuído e todo tipo de ação governamental se converte em medidas de desenvolvimento geral para a nação. Isso inclui também a aplicação e o ajuste e reajuste de impostos.

Finanças empresariais (ou corporativas)

Partindo para o dia a dia corporativo, as finanças empresariais são o reflexo de todo tipo de ação econômica que uma organização prática. Com isso, pode-se melhorar os lucros, reduzir (e erradicar) os prejuízos, compor o planejamento financeiro da instituição, organizar o orçamento, investir em outras áreas e produtos, lidar com o fluxo de caixa, o pagamento de impostos e taxas etc..

Ou seja: todo tipo de obrigação financeira que surja no cotidiano dos profissionais do setor. Não à toa, existem especialistas de todo tipo dentro desse segmento de atuação, para garantir que as empresas antecipem-se aos problemas e obtenham resultados financeiros continuamente melhores.

Dicas de finanças empresariais

E, para quem acha que esse, entre todos os tipos de finanças, é um dos que mais têm a ver com as suas necessidades atuais, aproveite para dar uma olhada nas dicas que separamos para melhorar a relação de sua organização com as finanças:

  • mantenha pleno controle da saúde financeira da empresa por meio de relatórios, gestão financeira, orçamentos (e o pleno controle dos mesmos);
  • monitoramento das entradas e saídas e de todo o fluxo de caixa da organização;
  • separação de suas contas pessoais e corporativas;
  • elabore um fundo de emergência. Assim como ocorre com as finanças pessoais, o fundo de emergência é fundamental para que muitas organizações evitem uma falência precipitada diante de qualquer crise que surja no horizonte;
  • tenha um planejamento financeiro. Com ele, todos na empresa sabem das limitações, ambições e também o passo a passo para alcançar cada um dos seus objetivos;
  • controle os gastos e mantenha os pagamentos em dia. Algo fundamental (embora pareça óbvio) para evitar o acúmulo de dívidas e, com isso, sérios agravantes na saúde financeira do seu negócio.

Hoje em dia, não faltam soluções digitais que ajudam a automatizar muitos processos e favorecer o controle financeiro por meio de relatórios ágeis e monitorados em tempo real (e integrado com outras áreas). Assim, independentemente de quais tipos de finanças estejamos falando, a sua empresa pode se gabar de ter pleno controle de como está o seu dia a dia econômico.

Vale mencionar, contudo, que as finanças corporativas fazem parte elementar do seu negócio. Seja para empresas de qualquer setor de atuação e independentemente do seu porte. Valorize esse trabalho e dê toda a importância que ele exige para manter e aprimorar a saúde financeira do seu empreendimento.

Esses são, então, todos os tipos de finanças que mais circulam em nossa sociedade, atualmente. Agora, caso você saiba de outras pessoas que podem se beneficiar das informações contidas aqui, neste post, aproveite para compartilhá-lo nas suas redes sociais — e marque os colegas que vão adorar saber tudo aquilo que você também descobriu ao longo desta leitura!

Fonte:Xerpa

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