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Conheça o modelo de gestão horizontal, como funciona e principais benefícios!

Conheça o modelo de gestão horizontal, como funciona e principais benefícios!

Antes de entender o que é a gestão horizontal, é necessário que um certo termo seja bem explicado, pois é a descentralização dele que caracteriza a gestão horizontal. O termo em questão é a hierarquia

Hierarquia é a forma de classificar a importância e relevância de seres de um mesmo grupo. Ela é organizada baseando-se na ordem de prioridades de elementos em um conjunto ou grupo, com grau sucessivo de poderes.

Nas empresas, a forma de hierarquia é vista quando um líder manda e desmanda nas tarefas de um time, o qual, entre si, também tem uma hierarquização. A gestão horizontal existe para ir contra todos esses preceitos, quebrando todos os meios de graus de relevância entre os colaboradores de um time e seu liderado.

A gestão horizontal não segue com os preceitos de hierarquização e, tem por objetivo, tratar todos os colaboradores e suas opiniões com a mesma relevância e importância, além de estimular trabalhos em conjunto, visando a tomada de decisões em grupos.

Neste artigo, iremos explicar como funciona esse modelo de gestão e outros tópicos como:

Mantenha a leitura para saber mais!

O que é gestão horizontal?

Ao contrário do que muitos pensam, a gestão horizontal não significa a adoção de um único salário para toda uma empresa e extinção total de hierarquização. Mas sim, um meio de gestão na qual a hierarquização não é um assunto em pauta e, muito menos, central.

Isso acontece devido ao fato de que essa gestão prioriza a autonomia dos funcionários e o trabalho em conjunto dentro da empresa. Todas as pessoas de uma equipe, independentemente da posição que cada um ocupa, tem de opinar, pois as decisões finais são tomadas em grupo.

Assim, os colaboradores têm mais voz para discutir seus ideais e autonomia para planejar seus próprios projetos e objetivos, sem intervenção de terceiros.

Neste caso, o papel do líder que “lidera” e delega as tarefas a torto e direito ao time, é apagado. Na gestão horizontal, a única função do líder é o ato de coordenar e organizar as ideias entre o grupo. O meio de produção e organizacional top to down, ou seja de quem está no topo até a base, não existe na gestão horizontal.

Como surgiu?

De acordo com estudos, a gestão horizontal surgiu com os grupos de empresas que se consideram autônomos do Vale do Silício e que tinham, como objetivo, atrair trabalhadores qualificados para atividades operacionais e manuais. Contudo, desde 1960 há indícios e resquícios que a gestão horizontal já existia.

Quais as características de uma gestão horizontal?

Uma das principais características da gestão horizontal é a descentralização da hierarquia. Nesta gestão, a diferença de status de cargo é utilizada somente na hora de realizar feedbacks, na organização de etapas e ideias.

Um ponto importante a se frisar é de que, neste tipo de gestão, ainda se têm a hierarquia (líder, funcionários e estagiários), bem como diferença salarial entre eles.

Contudo, o que não se tem é a valorização de poder e restrição de atividades entre os níveis hierárquicos. Muito pelo contrário, o poder de gerir tarefas, o qual era antes ministrado pelo líder e gestores, agora se encontra com os próprios funcionários.

A ideia de que se é preciso ter aprovação de gestor, o qual precisa pedir autorização para o líder para que certa atividade seja feita, cai por terra.

Uma vez que, em algumas empresas onde a gestão horizontal é aplicada, é muito difícil encontrar gestores, afinal, com a autonomia de decisão e planejamento cedida aos trabalhadores, o cargo fica inviável.

Além da autonomia dos próprios funcionários planejarem suas atividades ser uma característica gritante, outro fatores são importantes para caracterizar a gestão, como:

Trabalho em equipe

O trabalho em equipe é um elemento principal para a gestão horizontal, sem ele a efetivação dela é impossível. Isso acontece pelo fato de que esse modelo de gestão incentiva a formação e discussão de projetos em equipe.

Como dito anteriormente, a gestão horizontal vem para quebrar alguns paradigmas da gestão vertical, baseada em hierarquia, e um deles é quebra de “barreiras”, por exemplo:

O funcionário X só pode fazer X função porque é estagiário de uma equipe; funcionário Y só pode fazer Y função porque ocupa Y cargo de uma equipe.

Na gestão horizontal não é assim, todos os participantes de uma equipe têm o direito de opinar sobre o projeto e todos têm uma parte nele também, sendo as atividades divididas e disseminadas entre os integrantes, podendo até mesmo acontecer de ter rodízio de responsabilidade, entre os colaboradores, em partes do projeto.

É com o trabalho em equipe que a organização horizontal trabalhará questões como: melhoramento na produtividade, engajamento, melhora no clima organizacional e muito mais!

 Comunicação transparente e direta

A comunicação deve ser clara e transparente e, principalmente, sem ruídos. Se caso os canais comunicacionais apresentarem ruídos que prejudiquem o entendimento entre os colaboradores sobre suas tarefas, o trabalho em equipe será afetado, inviabilizando o método horizontal.

Outros fatores prejudicados pela má comunicação é o engajamento da equipe e o clima organizacional, uma vez que uma linha de comunicação ruidosa prejudica o relacionamento interno entre os colaboradores, que por sua vez, podem fazer com que o clima organizacional se torne instável.

A comunicação tem de ser facilitada e, assim como a gestão horizontal, as informações não podem passar por cada nível hierárquico da empresa até chegar naqueles que estão na base. Se um anúncio é feito, ele não deve passar do líder ao gerente, do gerente ao colaborador, do colaborador ao estagiário, pois isso facilita os ruídos de comunicação.

O que deve acontecer, é caso o líder da equipe faça um anúncio importante, este anúncio deve chegar a todos os funcionários ao mesmo tempo, evitando, assim, informações desvirtuadas da realidade.

Na gestão horizontal, também é importante que se tenha, ainda no campo de comunicação, uma cultura de feedbacks. Assim, o trabalho em grupo, bem como as atividades, serão conduzidas com mais assertividade.

Autonomia

O termo citado anteriormente no tópico acima. A autonomia é, junto de trabalho de equipe, uma das principais características da gestão horizontal. Pois, é com o ato de ceder autonomia aos trabalhadores que as normas hierárquicas são quebradas.

Como isso ocorre? 

Bom, antes de explicar como as normas hierárquicas são quebradas, é importante explicar como  a hierarquia pode funcionar nas empresas.

Normalmente, empresas que utilizam a gestão vertical, a qual é embasada na hierarquia, fazem a utilização do modelo de produção e organizacional chamado top to down, outro termo, também, já discutido neste artigo.

Em um sistema organizacional top to down, o fluxo de informação, ordens e produção é passado de acordo com as hierarquias presentes na empresa. Ou seja, da ponta da pirâmide para a base dela.

Portanto, se o Presidente da empresa tem uma tarefa para um grupo de funcionários de marketing, ele irá delegar a tarefa ao diretor comercial, que, por sua vez, delegará para o líder do setor de marketing, que delegará para o gestor de marketing que, finalmente, irá comunicar ao time a informação que o Presidente disse. Complicado, não?

Além de gastar um tempo desnecessário de alguns setores e até mesmo de pessoas com cargos importantes, como diretor comercial, esse meio de comunicação pode causar ruídos, se as informações forem passadas erradas. Esse meio de comunicação, acaba fazendo o “disse-que-me-disse”, que ao final de tudo, não diz nada.

Ademais, a falta de autonomia dos funcionários sobre suas próprias tarefas, causa impactos no estabelecimento de metas.

Isso porque, em alguns casos, quando  as metas e objetivos a serem feitos pelo funcionário são estabelecidos por um líder, o qual se mantém distante da realidade do colaborador, a chance dessas metas serem irreais e de difícil conclusão, por não corresponder com a rotina do colaborador, são altas.

Quando uma empresa adota a autonomia na gestão horizontal, os erros de comunicação e os eventuais problemas com metas, diminuem. Isso porque nessa gestão é dada liberdade e autoridade ao funcionário, sendo ele de qualquer “nível” hierárquico, para conversar com os superiores e organizar suas próprias metas de acordo com sua própria realidade.

As barreiras criadas durante a hierarquização, do que se pode ou não fazer pertencendo a posição X ou Y na empresa, são quebradas com a autonomia.

Neste tópico, também,  se é importante frisar que essa autonomia anda lado a lado com o trabalho em equipe, na gestão horizontal. Já que a autonomia, perante as atividades e planejamentos, serão aplicadas durante o trabalho em grupo em reuniões e projetos.

E os principais objetivos desse tipo gestão?

O “flat organization structure” (estrutura organizacional achatada) como também é conhecida a gestão horizontal, é muito utilizado em startups e tem, por objetivo, ir na contramão da gestão tradicional, na qual as hierarquias são importantes, dando vozes aos colaboradores e questionando alguns tópicos da gestão horizontal, onde a hierarquia é um assunto em pauta.

Isso acontece porque, esse tipo de gestão, promove a autonomia e união dos colaboradores, uma vez que a maioria das decisões são tomadas em conjunto, todos os integrantes da equipe opinam.

Outro objetivo importante desta gestão, é o de alcançar o maior potencial de todos os integrantes do time em um espaço de tempo menor.  A inclusão, o trabalho em time e a pluralidade de visões sobre um mesmo assunto, nesta gestão, são assuntos corriqueiros, pois são eles que aceleram e melhoram os resultados.

Cultura organizacional horizontal para Inovação

É importante frisar que, para fazer a gestão horizontal acontecer, é necessário que o mindset da empresa, líderes e dos colaboradores estejam alinhados com os a quebra de “padrões” hierárquicos.

O que isso quer dizer? Bem, não basta somente a empresa dizer que aplica a “cultura organizacional horizontal”, é necessário que ela exerça isso na cultura organizacional da empresa, inserindo esses valores nos colaboradores, os quais têm de concordar e seguir com as normas da estrutura horizontal.

Aqui é importante ressaltar que o que faz a empresa e os valores dela são aqueles que trabalham dentro dela. De nada adianta a empresa ter tecnologias de último nível, se seus empregadores não se engajarem a fazer o que lhes foi proposto e da melhor forma.

Na cultura organizacional horizontal, é importante que o trabalhador tenha interesse e goste de trabalhar em grupo, bem como compartilhar informações e opiniões. Caso, a empresa com uma gestão horizontal, contrate um colaborador que não se encaixe nesses parâmetros, será muito difícil que ele se consolide no cargo ou, até mesmo, na empresa.

Como funciona, na prática, a gestão horizontal?

Como já dito anteriormente, o modo de produção top to down, traduzindo: do topo à baixo, não é algo colocado em prática na gestão horizontal. Não há, na gestão horizontal, uma estrutura de relevância e comandos, todos os funcionários têm a abertura para opinar e dar comandos.

Antes de implantá-la, é importante que a empresa leve em consideração alguns aspectos, como: incentivação de comunicação entre setores, canais comunicacionais abertos e inclusivos, preparar as lideranças para o novo modelo organizacional e comunicar e auxiliar a equipe para a mudança.

É importante também, ainda no planejamento, que a empresa separe as tarefas entre a liderança: quem irá organizar as ideias e que grupos elas devem auxiliar. Também é necessário se certificar se todos os colaboradores se sentem confortáveis com a mudança e se são capazes de se adequarem com a nova cultura organizacional.

Outro ponto que se deve levar em consideração é, por motivos de manutenção do clima organizacional, verificar de tempos em tempos se os times que compõem a empresa não apresentam nenhum problema com a produção, após adotarem o novo meio de gestão.

Nos conceitos mais básicos, podemos dizer que a gestão horizontal funciona na prática seguindo esses pontos:

  • Os colaboradores, independente da posição que ocupam, têm total acesso e direito de falar com os superiores – sendo ele seu líder ou presidente da empresa;
  • Podem e devem emitir opiniões durante a execução de projetos, os quais devem ser aceitos pelo time;
  • O trabalho em equipe é muito mais incentivado e utilizado;
  • Atividades e interações entre setores distintos são bem-vindas e devem ser feitas com frequência;
  • Os canais comunicacionais devem abranger a todos;
  • Líder participativo e aberto a ouvir opiniões e sugestões;
  • Comprometimento geral na realização de atividades.

Agora que você já tem ideia de como, na prática, a gestão horizontal deve ser, iremos no tópico abaixo, mostrar as principais empresas que utilizam esse modelo organizacional.

Principais empresas que trabalham a gestão horizontal

Caso, mesmo após mostrarmos o que é a gestão horizontal, como ela funciona e quais são as suas características, você ainda tenha dúvidas sobre a eficácia deste tipo de gestão, separei para você, abaixo, quatro empresas bem sucedidas que implantaram e implantaram, de maneira parcial ou total, a gestão horizontal.

Vide abaixo:

Netflix

A Netflix é totalmente adepta a gestão horizontal. Conhecida no Brasil nos últimos anos, a Netflix existe desde 1997. Hoje em dia, segundo o site da companhia, a empresa tem mais de 200 milhões de assinantes no mundo todo.

Em sua aba de cultura empresarial, ela apresenta todas as características da cultura horizontal necessárias em um ambiente de trabalho.

Tesla

Em setembro de 2017, após uma queda preocupante nas ações de sua empresa, Elon Musk fez um pronunciamento à imprensa comunicando que, a partir de 2017, a Tesla iria aplicar alguns princípios da gestão horizontal.

Em seu comunicado, a primeira mudança que iria acontecer era na comunicação da empresa. Isso porque, ele acredita que a comunicação deve percorrer o caminho mais curto e não seguindo, o que ele intitula como, “cadeia de comando”.

iFood

Sendo uma das maiores foodtechs da América Latina e da atualidade, o  iFood proporciona um ambiente diferenciado e alinhado com o valores da cultura organizacional horizontal para seus colaboradores.

Uma de suas sedes em São Paulo, disponibiliza dias especiais para os colaboradores, como: dog day, bebidas e comidas livres durante o expediente, patinetes a disposição para os colaboradores andarem dentro da empresa e entre outros benefícios.

Benefícios da gestão horizontal para as empresas

Os benefícios que uma gestão horizontal bem aplicada traz para as empresas são inúmeros: soluções mais assertivas, ambientes mais flexíveis, redução de gastos, melhor custo-benefício e muitos outros!

Abaixo, separamos para você, os três benefícios mais chamativos e importantes que uma empresa pode conseguir ao adotar uma estrutura horizontal.

Soluções mais assertivas

Em uma das bases da gestão horizontal está a interação de uma equipe durante o desenvolvimento do projeto. Uma vez que, para que esse tipo de gestão dê resultados, é necessário e incentivado o trabalho em equipe.

Mas, onde que soluções assertivas entram, neste contexto?

Bom, com a junção de dois aspectos importantes para o bom funcionamento da gestão horizontal, a discussão e o planejamento de projetos entre a equipe se tornam um aspecto fundamental, resultando em um empenho maior para solucionar problemas e obstáculos.

Os dois aspectos em questão são: a autonomia e a pluralidade de visões.

A autonomia permite que o trabalhador se organize e trace suas metas de acordo com seu próprio tempo, fazendo com que elas se tornem alcançáveis.

Isso porque, em alguns casos, quando as metas são feitas e delegadas por terceiros, que não convivem com a rotina do colaborador, elas se tornam difíceis de serem alcançadas por não se encaixarem em seu dia a dia ou por precisarem passar por mais etapas, demandando um tempo maior do que o proposto.

Já a pluralidade de visões é uma consequência do trabalho em equipe proposto pela gestão horizontal. Antes de explicarmos o que é a pluralidade, temos de reiterar que as pessoas têm visões e posicionamentos diferentes entre si e que é muito comum, em empresas, que se tenha um diferencial de idades em um mesmo time.

Conhecida também como diversidade cognitiva, é a junção de pessoas que têm estilos, valores, visões e vivências distintas entre si, em um mesmo ambiente.

A pluralidade de visões faz com que os colaboradores desenvolvam as ideias entre si, as quais são baseadas nas visões pessoais. É a partir da pluralidade de visões, que se é possível criar estratégias para driblar obstáculos e prevenir, até mesmo, crises.

A pluralidade entra na discussão, na maior parte dos casos, quando em um mesmo time temos gerações diferentes. Não é muito incomum encontrarmos, em uma mesma empresa, pessoas das Gerações X, Y e Z. 

A junção dessas gerações, em um único espaço, pode levantar questionamentos importantes para a empresa. Uma vez que as visões sociais, políticas, culturais e econômicas e bagagens escolares dessas pessoas serão distintas e, logo, os planejamentos de ações serão mais ricos e o desenvolvimento das tarefas, serão mais discutidos.

Como o empenho individual de cada profissional de um time em bater as metas e discussões saudáveis sobre o desenvolvimento das tarefas, com diversidade de visões e formas para lidar com algumas situações, o número de soluções mais assertivas deve aumentar gradativamente.

Motivação em equipe

Uma equipe que sente que sua voz é ouvida e que suas opiniões têm relevância, é uma equipe motivada.

Se o local onde o colaborador trabalha não abre espaço para mostrar suas ideias e propor soluções para problemas, o trabalho se torna algo “maquinável”. Onde somente uma pessoa dá as ordens e as outras são obrigadas a cumprirem sem questionar. Nesse cenário é muito improvável que os colaboradores desta empresa se mantenham por muito tempo na equipe e, consequentemente, afetem a motivação geral.

Isso acontece, pois funcionários que trabalham em uma empresa onde há sucessivas demissões, têm dificuldade em produzir e se motivar, uma vez que o clima organizacional se encontra instável e a rotatividade dos funcionários, alta.

Portanto, ter um local que estimule os funcionários a falarem o que pensam e a terem suas “próprias ordens”, além de criar um sentimento de que sua voz está sendo ouvida e é importante para a organização, torna o ambiente acolhedor e o clima organizacional estável. Todos esses fatores são fundamentais para que a equipe se sinta motivada.

E, como consequência de uma equipe motivada, engajada e que se sente bem onde trabalha, a produtividade aumenta. A equipe se sente motivada a fazer o melhor para a empresa que se preocupa com o bem-estar e opiniões de todos.

 Redução de custos

A redução de custos ao aplicar uma gestão horizontal pode vir de várias formas: aumento da integração entre setores, retenção de talentos, baixa rotatividade e muito mais. Contudo, o que mais se reduz custo, para uma empresa, durante a gestão horizontal é o fato de que alguns cargos da gestão se tornam obsoletos.

Em uma rápida explicação: como consequência da autonomia dos funcionários, os quais, agora, desenvolvem e monitoram suas próprias tarefas, a contratação de uma pessoa encarregada somente para gerenciar e coordenar as atividades, não é mais necessária.

É comum que, em muitas empresas, quem ocupa esse espaço de coordenação e monitoramento sejam os gestores. Um gestor de um time tem, dentre todas as suas atribuições, planejar e dirigir o trabalho de um grupo de indivíduos, tomando decisões para que as metas sejam cumpridas.

Portanto, em uma gestão onde os próprios colaboradores, em conjunto, traçam um plano de ação e desenvolvem as etapas necessárias para que a meta seja cumprida, a utilização de um gestor pode se tornar obsoleta.

 Conclusão

A gestão horizontal se mostrou efetiva em grandes empresas do Vale do Silício e em empresas que eram pequenas, mas que cresceram, como é o caso de Netflix, Tesla e IFood.

O que difere essa gestão da tradicional é que a gestão horizontal segue uma linha que não aplica as relações de poderes de uma hierarquia e dá preferência à inclusão e diversidade de pensamentos e ações. Na estrutura horizontal, para um projeto ser aceito, é necessário que todos os colaboradores deem a opinião e aprovem.

Além disso, tópicos como: canais comunicativos transparentes, autonomia e trabalho em equipe são tópicos utilizados corriqueiramente nas empresas que a adotam.

Por mais que pareça simples, sua implantação requer cuidado e planejamento severo, para certificação de que todos os colaboradores estão de acordo com que se é proposto e suas eventuais mudanças.

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maria clara vaiano

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