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A grande onda de fusões e aquisições

A grande onda de fusões e aquisições

As ondas de fusões e aquisições geralmente são causadas por uma combinação de transformações econômicas, tecnológicas ou regulatórias.

Mudanças e evoluções tecnológicas permitem que sejam necessárias grandes alterações em segmentos da economia ou até mesmo o surgimento de novos segmentos – e mudanças regulatórias ocorrem quando são eliminadas barreiras legislativas que geravam blindagens e reservas de mercados.

Para estes momentos de “choque” que as transformações vêm com muita velocidade, os processos de Fusões e Aquisições (M&A) são uma alternativa eficiente ao crescimento orgânico.

Mas o que de fato contribui para este cenário?

A empresa global de ratings S&P acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil se recupere para 4% ainda este ano. Para o período entre 2022 e 2024, a agência prevê uma média de avanço de 2,2% da atividade do país.  Na avaliação da S&P, o crescimento do PIB este ano será impulsionado pelos efeitos de base, devido à contração da atividade em 2020, e à posição externa favorável.

A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, também segue como uma perspectiva positiva e deve apresentar um forte crescimento ainda em 2021. De acordo com números da XP divulgados em relatório, o principal índice da B3 vai chegar a 145 mil pontos até o final do ano. Anteriormente, a projeção era de um Ibovespa que encerraria o ano em 135 mil pontos.

O mercado de IPO (oferta inicial de ações) ignorou qualquer tipo de ameaça negativa e fez história. Um recorde quase US$350 bilhões foi captado por meio de IPOs nos primeiros seis meses do ano.

Estratégia de crescimento

Se existe um assunto que qualquer empresário, seja pequeno, médio, ou grande precisa discutir é a estratégia de crescimento.

Mas como crescer percentuais significativos em um país onde o crescimento é baixo? A resposta que um grande número de empresas está encontrando são as aquisições, fusões, investidores privados, ou até mesmo, a venda do seu negócio.

As mortes provocadas pela covid-19 trouxeram este assunto à tona e fez com que empresários repensassem seus planejamentos.

Cenário favorável

A expectativa de retomada se fortalece com a eficácia das campanhas de vacinação, a reabertura das principais economias globais e o recente sucesso dos commodities.

Todavia, o fortalecimento desse momento positivo depende da confiança que os investidores estrangeiros terão na manutenção desse cenário.

Considerando todas as questões econômicas, o Brasil deve registrar um número recorde em operações de M&A. Esse movimento tem sido capitaneado por empresas do setor da saúde, tecnologia da informação e varejo.

De acordo com o relatório divulgado recentemente pela Transactional Track Record (TTR), o mercado M&A no Brasil registrou um total de 1.169 transações até julho e movimentou R$285,5 bilhões desde janeiro.

O montante significa crescimento de 50% em relação ao mesmo período de 2020. Apenas em julho, foram registradas 194 transações M&A por um valor total de R$24,4 bilhões.

Ainda que alguns empresários se sintam desconfortáveis com o tema de M&A, esse tipo de operação está cada vez mais comum e segue em crescimento. Em segmentos como farmácias, por exemplo, já ocorreu um grande volume de consolidações.

Com tantas mudanças no mercado e a tecnologia a todo vapor, o empresário precisa estar atento e acompanhando seu segmento, afinal, existem diversas possibilidades para gerar crescimento inorgânico, como é o caso das fusões e aquisições.  Esperar apenas por investimentos orgânicos, ou seja, próprios, pode não ser a melhor a escolha.

O momento para fusões e aquisições é agora. O empresário não pode esperar mais para essas considerações.

Por: Fabiano Barboza

Vice-presidente do Grupo Studio e Head da Studio Brokers – Fusões e Aquisições.

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