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Pix ultrapassa cartão de crédito e é ferramenta de pagamento mais usada

Pix ultrapassa cartão de crédito e é ferramenta de pagamento mais usada

O número de transações pelo Pix, pela primeira vez, foi a maior ferramenta de pagamentos e transações financeiras.

Os dados mostram que no quarto trimestre de 2021 o número de movimentações por meio de cartões de crédito ou de débito no país ficou abaixo dos pagamentos via Pix.

A maior parte das transações ainda é formada por transferências entre pessoas físicas, mas os números indicam uma grande adesão.

Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), as transações por meio de pagamento instantâneo via Pix somaram 3,89 bilhões nos últimos três meses do ano passado, uma alta de 34% sobre o trimestre anterior.

Já nos pagamentos com, as movimentações também cresceram, porém em ritmo. Foram 3,85 bilhões no débito (alta de 9%) e 3,73 bilhões no crédito (alta de 12%).

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), foram R$ 2,65 trilhões em cartões de crédito e débito em 2021, alta de 33% ante 2020.

Para este ano, a associação estima um volume de R$ 3,2 trilhões, cifra que representa alta de 21% ante o ano anterior.

TED se aproxima do desuso

Quem cai cada vez mais em desuso com a implementação do Pix são os TEDs e DOCs, já que os dados do BC mostram que foram 294 milhões de TEDs no 4T21 – queda de 50% na base anual.

Os dados do BC mostram que há predominância justamente nas transações entre pessoas.

Em fevereiro deste ano, 72% das transações instantâneas foram de pessoa para pessoa, ao passo que somente 18% foram de pessoas para empresas. Em fevereiro de 2021, esses percentuais eram de 79% e 9%, respectivamente.

Servidores do BC ameaçam com “greve severa” e paralisação do Pix

O Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal) reforçou o início da greve da categoria para a sexta-feira, 1º de abril, e disse que o movimento pode ser mais severo, caso o governo publique uma medida provisória com o reajuste dos policiais federais e deixe de fora os servidores do BC.

Segundo o Sinal, uma greve mais forte poderia interromper, total ou parcialmente, o Pix, a distribuição de cédulas e moedas, as operações de mercado aberto, a divulgação do Boletim Focus (com projeções de economistas) e de “diversas taxas” e o funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Os servidores do BC querem aumento de 26,6%. A remuneração anual de um analista do BC é de R$ 341,1 mil ou R$ 26,2 mil mensais.

“Há um alto risco de ser publicada, até 2/4/2022, a Medida Provisória com o reajuste dos Policiais Federais. Se os Técnicos e Analistas do BC não estiverem nessa Medida Provisória, a greve será ainda mais forte e poderá interromper o Pix, a distribuição de moedas e cédulas, a divulgação do boletim Focus e de diversas Taxas, o funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a mesa de operações do Demab e outras atividades”, disse o presidente do Sinal, Fábio Faiad, em nota.

Por Eduardo Vargas

Conteúdo publicado originalmente no SUNO Notícias

Fonte: administradores.com.br

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